SUPERAÇÃO

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“Sempre tive pena de mim porque não tinha sapatos, até que conheci alguém que não tinha pés” Autor desconhecido.
Concretizar seus sonhos é fenomenal, mas reclama muito esforço, renuncias e disciplina.
Nesse espinhoso procedimento, lamentar da sua situação e nela se escudar não ajuda.
Então, tenha consciência de que você não é o único com problemas; aliás sempre haverá alguém pior. Abandone essa idéia e passe a lutar pelo seu sonho.
É hora de sair da vala comum e fazer a diferença.
O sucesso só depende do seu esforço. Nunca é tarde para o despertar enquanto se está vivo e tem vontade.

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  1. josé soares de sousa
    27 de dezembro de 2011 às 09:49

    Caro magistrado e professor Marcelo Misaka, prababenizo-o pelo seu blog, pois o trabalho nada mais é que a realização de sonhos, especialmente quando se ama o que faz. E, que não obstante ser difícil externar em público nossos pensamentos, os quais nem sempre encontrarão terra fértil, mas jamais devemos omitir nossas opiniões, pois “os fracos tremem diante da opinião, os tolos a desafiam, os sábios julgam-na e os hábeis a dirigem” (madame Jeanne Roland). Somente opina quem tem conhecimento e sabedoria para faze-lo, não se preocupando com as opiniões adversas, mas analisando-as e se coerente corrigindo a rota se porventura estiver trilhando diversa, haja vista, que somente compreende o saber quem o possui, e tens buscado em seu mister o aprimoramento de seu conhecimento intelectual, e contribuido assim com o desenvolvimento jurídico de seus discentes e dos profissionais que atuam nas lides forenses as quais é o julgador. E, nesta oportunidade permita-me citar trecho de um documento escrito por Oswaldo Baudot, tornado público pelo ex Ministro da Justiça francesa, Alain Payrefitte: “(…) A justiça não é uma verdade estagnida em 1820. É uma criação perpétua. Ela deve ser feita por vós. Não espereis o sinal verde de um ministro, ou do legislador, ou das reformas sempre em expectativa. Fazei vós mesmo a reforma. Consultai o bom senso, a equidade, o amor ao próximo, antes da autoridade e da tradição. A lei se interpreta. Ela dirá o que quiserdes que ela diga”.

    • marcelomisaka
      27 de dezembro de 2011 às 10:35

      Dr. Soares, obrigado pela honra em visitar o blog! E mais ainda pelas palavras que escreveu! Abraços.

  2. Melanie Wood
    13 de novembro de 2011 às 13:51

    Oii Profffffff!!!
    Li essa historia e achei super legal.
    O senhor está de parabens pelo seu blog!Muito bom!
    Melanie Wood.

    • marcelomisaka
      13 de novembro de 2011 às 14:24

      Honrado com a tua visita ao blog! Obrigado.

  3. 30 de outubro de 2011 às 17:57

    Valeu professor. Realmente temos dias de trovão. Mas o texto nos faz refletir sobre o quanto murmuramos sobre coisas pequenas e insignificantes comparadas a que Deus nos presenteia.

    Posso solicitar um texto? Seria mais uma reflexão sobre uma questão jurídica que vem caindo em provas de concursos. Não sei se esse é o meio mais adequado solicitar, se possível, um texto sobre temas. Mas como faz quando o próprio STF adota entendimento que havia numa lei em que eles declararam inconstitucional? Refiro-me ao foro sobre ações de improbidade (natureza civil). A questão é: como equacionar o Art. 84, § 1º do CPP julgado inconstitucional pela ADI 2860-0 e 2797-2 com o Pet 3211 QO que restaura o entendimento segundo o qual Compete ao Supremo Tribunal Federal julgar ação de improbidade contra seus membros? Há também um julgado no STJ que pode ser lido no informativo nº 477.

    Essa questão foi o entendimento do CESPE para o cargo de Analista Judiciário TRT1 de 2008. (http://www.cespe.unb.br/concursos/TRT1REGIAO2008/arquivos/TRT1_08_001_1.PDF)

    Grande Mestre, seria mesmo uma sugestão de texto. Pois como se trata de matéria extra penal, não sei se fugiria um pouco dos temas aqui tratados pois sua grande maioria é da área penal.

    Grato.

    • marcelomisaka
      30 de outubro de 2011 às 20:18

      Deixa me atualizar e refletir sobre essas questões. Mas farei td para lhe atender! Abraços!

  4. Bruno
    24 de outubro de 2011 às 21:12

    Ótimo post!
    O concurseiro que interiorizar essa ideia dificilmente encontrará tempo para murmurar.
    Um abraço!!
    Bruno

  5. Jéssica
    23 de outubro de 2011 às 19:13

    Muito Bom!

  6. André Misaka
    22 de outubro de 2011 às 16:42

    Maravilhoso constatar tudo isso! Um grandioso abraço, primo!

    • marcelomisaka
      22 de outubro de 2011 às 17:54

      Grande abraço!

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